“Eles são uma fonte de inspiração” para “nossa total independência”, diz Rafael Arévalo, de 28 anos.
“Os coletivos são uma força civil que apoia o governo. Estão lá para manter a paz”, declarou o jovem apoiador chavista.
De fato, em certas áreas onde os coletivos estão fortemente estabelecidos, a criminalidade é baixa.
Em Catia, um grande bairro operário no oeste de Caracas, Damaris Mujica, 54 anos, é uma das poucas mulheres que lidera um coletivo, o “Warairarepano”.
“Se tivermos que ser violentos, obviamente seremos. Se você me bater, eu vou bater em você. Se quiserem me machucar, eu não vou deixar”, respondeu ao questionamento da oposição.
Os coletivos ajudaram a dispersar as manifestações pós-eleitorais, enquanto espalhavam o terror dia e noite, como em Petare, um gigantesco bairro de Caracas considerado um dos maiores da América Latina.
noticia por : UOL



