Essa premissa já havia sido questionada previamente pela Apib. “Embora o boletim indique que o aumento de casos notificados esteja relacionado ao aumento da cobertura de serviços de saúde, é estarrecedor que, após pelo menos dois anos de conhecimento público sobre a situação, sejam registrados, em um período de seis meses, 18.310 casos em um conjunto populacional de 32.012 indígenas, o que representa mais da metade da população possivelmente contaminada”, aponta a instituição.
A nota não entra em detalhes, mas fala em queda de 35% nos óbitos pela doença. “Como resultado, houve uma redução de 27% no número de óbitos no primeiro semestre de 2024, em comparação com o mesmo período do ano anterior, com quedas expressivas em mortes por desnutrição (-68%), infecções respiratórias (-53%) e malária (-35%).”
Segundo a Secretaria de Saúde Indígena, houve um aumento de 155% no número de profissionais no local. Isso impactou no auxílio de cerca de 5.200 indígenas que estavam desassistidos.
A resposta formal será enviada à corte, diz o texto. Segundo os dados da Saúde, os casos reportados subiram de 14.450 em 2023 para 18.310 em 2024.
noticia por : UOL



