Está parado desde que o governo Trump começou a cortar a ajuda externa como parte de sua política “America First” em fevereiro, uma vez que o governo dos EUA não quer mais doar os contraceptivos ou pagar os custos de entrega, segundo elas.
Em vez disso, a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) pediu à empresa contratada que gerencia sua cadeia logística de saúde, a Chemonics, que tentasse vendê-los, disseram duas das fontes.
Um memorando interno da Usaid, enviado em abril, dizia que uma quantidade de contraceptivos estava sendo mantida em depósitos e que deveria ser “transferida imediatamente para outra entidade para evitar desperdício ou custos adicionais”.
Um funcionário sênior do Departamento de Estado dos EUA disse à Reuters que nenhuma decisão havia sido tomada sobre o futuro dos contraceptivos. Eles não responderam a perguntas sobre os motivos pelos quais os contraceptivos estavam armazenados ou sobre o impacto dos cortes e atrasos na ajuda dos EUA.
Um porta-voz da Chemonics afirmou que não poderia comentar sobre os planos da Usaid, mas acrescentou que a empresa está trabalhando com clientes para fornecer ajuda que salva vidas em todo o mundo e que continuaria a apoiar as prioridades da cadeia logística de saúde global do governo dos EUA.
O estoque representa pouco menos de 20% do suprimento de contraceptivos comprados anualmente pelos EUA para doação no exterior, disse um ex-funcionário da Usaid à Reuters.
noticia por : UOL



