ANA CRISTINA VIEIRA
DO REPÓRTERMT
Para muitos brasileiros, o carro próprio ainda é visto como um símbolo de conquista ou necessidade básica. No entanto, do ponto de vista apenas financeiro, essa percepção nem sempre se sustenta. Em entrevista ao
, o especialista em investimentos, em direito e gestão tributária, Victor França, comentou que é preciso separar o peso emocional da realidade dos números.
“O carro, por exemplo, também está tendo algumas questões emocionais; eventualmente a pessoa quer um conforto maior, ela precisa se locomover“, pondera França, acrescentando que “o carro acaba não sendo um bom investimento porque ele deprecia muito rápido. Enfim, teoricamente é mais barato você ter um carro alugado ou usar o aplicativo para você poder se locomover”.
Ao comparar os modelos de mobilidade, o especialista destaca que a locação de veículos tem ganhado força.
“Se comparar em termos de custo, manutenção e tudo mais, a gente vê que é uma boa alternativa”, explica.
França reconhece que a matemática nem sempre é o único fator de decisão. A relação do indivíduo com o bem pode influenciar, inclusive, o seu desempenho profissional e bem-estar.
“Às vezes a pessoa realmente quer ter aquele carro dela, que ela se sente bem, e ela pode até produzir melhor tendo essa questão emocional junto dela. Então, varia muito de pessoa para pessoa. Agora, a pessoa que não liga, de fato, em termos de custos, de uma maneira geral, acho que pode ter exceções, acaba que não é um investimento, acaba sendo mais um custo mesmo”, conclui.
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FONTE : ReporterMT



