A investigação de Mueller sobre a Rússia, detalhada em um relatório de 448 páginas de 2019, expôs o que Mueller e as agências de inteligência americanas descreveram como uma campanha russa de ataques cibernéticos e propaganda para semear discórdia nos EUA, denegrir a candidata democrata à presidência em 2016, Hillary Clinton, e impulsionar Trump, o candidato preferido do Kremlin. A Rússia negou a interferência nas eleições.
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Fonte: G1


