A minha eleição, eu vou dar um exemplo. Eu fui, desde que tem eleição para presidente da República, ou eu fui o primeiro ou eu fui o segundo. Quando eu não fui candidato, a Dilma foi duas vezes. Quando eu não fui, o Haddad foi segundo outra vez. Ou seja, numa demonstração que se fosse possível roubar com a urna eletrônica, o Lula não seria três vezes presidente da República desse país. Então, ninguém, nem Trump, nem Macron, nem Xi Jinping, ninguém nesse mundo tem o direito de colocar sob suspeição o processo eleitoral brasileiro, sabe, pelo comportamento da nossa justiça eleitoral e pela seriedade das urnas.
Lula voltou a dizer que não quer conflito com os EUA e pediu respeito dos americanos ao Brasil. “Quando eu encontrei com o Trump, eu disse pro Trump o seguinte, olha, eu tenho 80 anos de idade, você vai fazer 80 anos. Somos dois octogenários, a gente está conversando com seriedade a relação dos nossos países. O Brasil quer respeito, porque a gente gosta de respeitar. Então, os Estados Unidos têm direito, nós temos direito”, declarou.
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