terça-feira, 28, abril , 2026 01:22

pastores comentam atentado contra Trump


Líderes cristãos nos Estados Unidos se manifestaram após o ataque ocorrido na noite de sábado, 25 de abril, durante o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca (WHCA), realizado no hotel Washington Hilton, em Washington. O evento foi interrompido após disparos dentro do salão.

Participantes relataram que ouviram uma sequência de estrondos, enquanto agentes de segurança e do Serviço Secreto orientaram os presentes a se abrigarem sob as mesas. O presidente Donald Trump, o vice-presidente JD Vance e a primeira-dama Melania Trump foram retirados do local.

O suspeito foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, residente em Torrance, Califórnia. Autoridades apontam que ele enviou um manifesto a familiares antes do ataque, no qual se descreveu como “assassino federal amigável” e indicou intenção de atingir integrantes do governo.

Em entrevista ao programa 60 Minutes, da CBS, Trump afirmou que o autor também expressou posicionamentos anticristãos. “Ele era um cristão praticante, e depois se tornou anticristão, e passou por muitas mudanças. Ele era um cara bem doente”, disse.

O evangelista Franklin Graham, presidente da organização Samaritan’s Purse, afirmou que estava entre os cerca de 2.000 participantes do evento no momento dos disparos. Em publicação feita no domingo, 26 de abril, ele comentou o episódio. “Após três tentativas de assassinato, algumas pessoas dizem que o presidente Donald Trump é um homem de sorte. Eu não acho que sorte tenha algo a ver com isso — acredito que seja a mão de Deus. O que você acha?”, escreveu.

Em entrevista à Fox News no domingo, 26 de abril, o pastor Robert Jeffress, da Primeira Igreja Batista de Dallas, fez um apelo por unidade. “Precisamos orar pela América para um grande esforço de renovação de nosso compromisso com Deus”, afirmou.

Jeffress também relatou um encontro recente com o presidente: “Enquanto eu assistia àquela cena ontem à noite, lembrei-me de apenas três semanas atrás, quando o presidente ofereceu um almoço de Páscoa na Casa Branca. Várias pessoas estavam lá orando. Ele me viu e fez um gesto para que eu me aproximasse e ficasse ao seu lado. E eu o fiz. E ele me pediu para orar”, disse.

O pastor acrescentou que vê um propósito na trajetória do mandatário: “O presidente Trump acredita que Deus tem um propósito para ele, e é um propósito de Deus que não será frustrado. Então, eu só agradeço a Deus por sua vida ter sido preservada ontem à noite. E assim como Deus tem uma promessa e um propósito para Donald Trump, Ele tem um propósito para a sua vida e para a minha. E o que aconteceu ontem à noite deve nos dar a coragem de seguir em frente naquilo para o qual Deus nos chamou”, declarou, de acordo com o portal The Christian Post.

O pastor John K. Amanchukwu também comentou o episódio em publicação nas redes sociais. “A violência não começa com a ação, começa com a atmosfera! Observe quem constantemente alimenta as chamas que levaram três assassinos a tentar matar o presidente Trump. Esse mesmo clima levou ao martírio de Charlie Kirk”, escreveu.

O pastor Jack Graham, da Igreja Batista Prestonwood, no Texas, mencionou a declaração de Trump sobre a necessidade de resolver diferenças de forma pacífica. Ele relatou que estava em Washington no momento do ataque. “Deb e eu estávamos ontem no Teatro Ford, em Washington, D.C., onde Abraham Lincoln foi assassinado, e hoje nos lembramos vividamente do mal que ainda mata. Esta é uma guerra espiritual, e Satanás está em movimento. Que Deus nos dê misericórdia, graça e coragem para defender a justiça”, afirmou.





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