Em algumas casas, apenas uma parede permanece de pé. Ainda é possível ver fumaça.
Prisco Rodríguez chega a Tula para inspecionar o local após o ataque. “Não há ninguém”, diz esse integrante do CIPOG-EZ em um vídeo que grava enquanto caminha.
“A ideia deles é a mesma”, diz: “Submeter os que deixarem e matar os que não”. “Uma vez que entram, começam a cobrar taxa [propina] por tudo, até para viver”.
“São muitos povoados vivendo essa situação”, mas “todos têm que ficar calados”, acrescenta.
Os Los Ardillos não têm planos de se instalar em Tula, estima David Saucedo, especialista em segurança pública. A ideia é acabar com os povoados que apoiam e auxiliam o CIPOG-EZ: “Que ele já não tenha onde curar suas feridas, se reabastecer de víveres, ter água, descansar, se esconder”, diz.
“Houve um aumento dos ataques contra povoados e comunidades” porque “eles estão em uma posição de expansão, de ampliar seus domínios”.
noticia por : UOL


