A organização missionária brasileira “Até Que Todos Saibam”, liderada pela missionária Tia Jô e pelo pastor Josué Fernandes, divulgou nas redes sociais um caso de perseguição religiosa envolvendo um ex-muçulmano recém-convertido em um país do Leste da África. O jovem, de origem muçulmana e cuja identidade não foi revelada, aceitou a Jesus Cristo após ter contato com o Evangelho.
Segundo o relato publicado na quinta-feira (21), a decisão de renunciar ao Islã gerou reações imediatas dentro de seu próprio círculo familiar. “Sua mãe, como forma de punição, o proibiu de comer em casa”, afirmou a missão. Ao ser questionado por um dos missionários sobre como estava sobrevivendo em meio à perseguição, o jovem respondeu: “Estou aproveitando esse tempo para ler mais as Escrituras e fazer jejum”.
A resposta, segundo a organização, marcou profundamente os missionários. “Enquanto muitos veriam abandono, ele enxergou oportunidade de se aproximar ainda mais de Deus. Mesmo enfrentando rejeição, fome e perseguição, sua fé continua inabalável”, testemunhou a missão, que pediu orações pelos cristãos perseguidos no Leste Africano, como o ex-muçulmano citado.
Atuação Global da Missão
A “Até Que Todos Saibam” atua em 21 países, incluindo Índia, Paquistão e Malawi, regiões onde cristãos enfrentam diferentes formas de hostilidade por causa da fé.
A organização mantém 109 projetos missionários e afirma ter levado o Evangelho a mais de 6 mil crianças, com mais de 4 mil delas tendo entregue suas vidas a Cristo. No Paquistão, a missão também já promoveu a libertação de 87 famílias que viviam em situação de escravidão em fábricas de tijolos.


