sexta-feira, 12, junho , 2026 02:14

Frases da Semana: “O rico não compra celular roubado, mas o pobre compra”

“Rico não compra telefone roubado, mas o pobre compra” — Lula, sobre projeto que busca recuperar celulares roubados. O pobre é um horror mesmo… Pior ainda é aquele que, depois que enriquece, continua roubando cada vez mais.

“Ele teve a cara de pau de dizer que eu estava falando com mulheres insignificantes. Insignificante é ele!” — Janja Lula da Silva, reclamando de críticas do pastor Silas Malafaia a líderes evangélicas petistas. Como assim, “insignificante”? Janja é uma das “atoras” principais da nossa tragédia diária.

“Ela queria ser a estrela do espetáculo. Esse tipo de arbitragem não pode acontecer!” — Marta, jogadora de futebol, criticando árbitra que expulsou quatro jogadoras da Seleção feminina em derrota contra os EUA. Sobrou cartão vermelho até para a sororidade.

“Amor, onde está a chave?” — pergunta que, segundo a Folha de S. Paulo, gera sobrecarga emocional na mulher se feita com frequência. Atenção, mulheres: se o seu marido lhe fizer essa pergunta, ligue imediatamente para o Disque-Denúncia. Não negocie com terroristas!

“Cometeu crime, tem que ir para a cadeia” — Nikolas Ferreira, deputado federal (PL-MG), defendendo a redução da maioridade penal. Mais um dia, mais um deputado bolsonarista flertando com o fascismo sem o menor pudor. Por isso precisamos regular as redes sociais.

“Sai fora, senão vai morrer! Ass.: CVRL” — pichação do Comando Vermelho, jurando um morador de morte no Rio. Defender “nossos criminosos” contra a acusação de serem terroristas é, acima de tudo, uma questão de soberania nacional.

“A inflação está sob controle” — Dario Durigan, ministro da Fazenda. Só não se sabe sob o controle de quem.

“Vamos, ô, ‘mono’!” — Eduardo Bisotto, membro do MBL, usando termo em espanhol que significa “macaco” para se referir a Vinícius Jr. durante um jogo da Seleção. Ser chamado de macaco por um membro do MBL é, no fundo, um elogio darwinista.

“Os ares-condicionados não foram ligados” — Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, culpando usuários por uma queda de demanda que supostamente causou apagão durante o feriado de Corpus Christi. O ministro ainda teria clocado a culpa da alta da gasolina no cidadão que insiste em ir para o trabalho de ônibus, em vez de usar seu helicóptero particular.

“Todo mundo que está disputando a eleição, que não seja o Lula, é de extrema-direita” —   Reinaldo Azevedo, ex-jornalista, em análise isenta e equilibrada das próximas eleições. A crise institucional é tão profunda que a “frente ampla democrática” hoje se resume a Lula, Reinaldo Azevedo, os ministros do STF e uma meia dúzia de chefes de facção.

“Eles ficaram em choque, não tinham nenhuma noção da periculosidade desse bandido” — André Janones, deputado federal (Avante-MG), anunciando supostas denúncias feitas às autoridades americanas sobre Eduardo Bolsonaro. Imagina o choque dos americanos ao verem o Burro do Shrek, em carne e osso, descendo do avião para falar abobrinha.

“A gente precisa não ter medo de que nossos filhos andem pelas ruas da comunidade sem levar uma bala… do Estado” — Janja Lula da Silva, sobre a crise na segurança pública. Ao que consta, a Janja não tem filhos… Então, quem seriam esses tais “filhinhos” que ela tanto quer proteger do Estado?

“Fui alertado pela Febraban, tanto é que eu nunca recebi o Vorcaro” — Fernando Haddad, ex-ministro da Fazenda, admitindo conhecimento sobre o banqueiro preso por corrupção. Pelo visto, após uma análise cuidadosa do perfil, ele concluiu que um encontro fora da agenda com o Lula estaria mais à altura do currículo do cidadão.

“Um desserviço ao feminismo” — Silvia Pimentel, jurista criadora da Lei Maria da Penha, sobre o perdão à mãe de Henry Borel. As verdadeiras vítimas desse crime brutal foram as feministas.

Praga

“A nossa decisão é por descontinuar de forma temporária o uso da vacina do Butantan para a Dengue” — Alexandre Padilha, ministro da Saúde sancionado por trabalho escravo, anunciando suspensão da vacina após registro de mortes e reações adversas. O Ministério da Saúde tranquiliza a população: a suspensão da vacina é apenas temporária. Já o óbito dos pacientes, esse sim, segue em caráter definitivo.

“Não resta dúvida sobre a eficácia da vacina” — Alexandre Padilha, dobrando a aposta após recolhimento de vacinas contra a Dengue. A eficácia é 100% comprovada: nenhuma das vítimas fatais voltou a apresentar febre ou dores no corpo.

“Absolutamente descansado” — Esper Kallás, diretor do Instituto Butantan, tranquilizando quem já tomou a vacina contra Dengue. Se você tomou a vacina, pode descansar… em paz.

Ano de eleição

“Esse é um momento especial, mais um ano de eleição nas nossas vidas” — Marina Silva, pré-candidata ao Senado (Rede-SP). Ano de eleição é uma época mágica mesmo. É tempo de o Ibama descongelar a Marina Silva e devolvê-la ao seu habitat natural.

“É a palavra de Jesus Cristo: aqueles que pensam diferente de você não são inimigos” — Fernando Haddad, pregando harmonia na política. Chegou aquele ano em que o Haddad lembra que é cristão e vai buscar a Bíblia no porão.

Tayayápalooza

“Em 2019, fui alvo de ofensas pessoais e xingamentos em um voo. O responsável por esses atos foi processado e condenado a indenizar os danos morais causados” — Gilmar Mendes, promotor de eventos e ministro do Supremo (STF-MT), mandando recado aos incautos no X. Mas que bonita essa sua liberdade de expressão. Seria uma pena se algo de ruim acontecesse a ela, não é mesmo?

“Vai ter até vídeo citando juízes” — Dias Toffoli, ministro do Supremo (STF-SP), sobre pesquisas que usam vídeos para influenciar eleitores. Imagine o Judiciário ter que arcar com as consequências de seus atos? Achei que estivéssemos no Brasil…

“Diz que é verdade / Que tem saudade / Que ainda você pensa muito em mim” — Luiz Roberto Barroso e Antônio Kakay, respectivamente, ex-ministro do STF e ex-advogado de mensaleiros e petroleiros, cantando em dueto durante passeio de barco pelas águas do Sena, em Paris. Será que o Barroso sente mais saudades das pernas do Kakay desfilando de bermudão no Supremo, ou de cantar “Entre Tapas e Beijos” aos pés do ouvido do Gilmar Mendes?

noticia por : Gazeta do Povo