Decisões são calcadas no ímpeto e na revanche pessoal do presidente, sem priorizar questões de segurança que nortearam a política externa dos EUA. Nesta embaralhada teia diplomática pessoal, a ordem parece ter se invertido: aliados são desprezados por Trump, enquanto o tirano norte-coreano, aliado da Rússia e da China, é enaltecido.
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Fonte: G1



