Uma vitória de Lula manteria o Brasil, que concentra cerca de metade do PIB e da população da América do Sul, como o grande reduto da esquerda na região, junto ao México.
Por sua vez, o senador Flávio Bolsonaro somaria o país à onda da direita.
Oliver Stuenkel, professor da Fundação Getulio Vargas, relativiza, contudo, o peso da ideologia nas relações regionais.
“Esse alinhamento total é mais retórico, me parece, do que substancial”, disse à AFP.
Lula, líder veterano e pragmático, mantém vínculos convencionais com Kast e Paz. Com a Argentina, parceiro estratégico comercial do Brasil, a relação mudou pouco apesar dos ataques de Milei contra o chefe de Estado brasileiro, recorda Stuenkel.
– Relação com Washington –
Donald Trump, aliado do ex-presidente de extrema direita Jair Bolsonaro (PL), impôs tarifas punitivas sobre produtos brasileiros e sancionou ministros e outros funcionários.
noticia por : UOL



