
“Quarenta horas de trabalho sem redução salarial” — exigiu Maria Gadú, cantora, sobre o fim da escala 6×1. Apoiadíssima! Quanto menos ela e sua turma trabalharem, melhor para os nossos ouvidos… e para os cofres públicos.
“Os movimentos populares têm sua lógica e sua irracionalidade. Essa reflexão ecoa agora, com a não reeleição de Esperidião Amin para o Senado” — Gilmar Mendes (STF-MT), ministro do Supremo, lamentando a derrota do senador para seu desafeto, Carlos Bolsonaro. Perder nas urnas é um revés passageiro; receber um elogio de Gilmar Mendes em praça pública já causa dano moral permanente.
“PT pode acabar se não mudar” — Pedro Rousseff (PT-MG), sobrinho de Dilma, vereador em BH e recém-eleito deputado federal, sobre o futuro do partido. Quando o PT acabar vai deixar um vazio imenso… principalmente nos caixas das estatais e fundos de pensão.
“Eles me proibiram inclusive de criar outro canal, sem nenhuma argumentação” — deputado federal André Janones (AVANTE-MG), após TSE suspender seu canal por divulgação de fake news. Não foi arbitrariedade: o tribunal apenas aplicou a sentença na única língua que Janones fala fluentemente.
“Lula fez uma proeza na economia e pode virar a eleição” — Fernando Haddad, ex-ministro da Fazenda e candidato derrotado ao governo de São Paulo. Fez mesmo. Proeza maior que essa, só conseguindo falir uma barraquinha de água no deserto do Saara.
“Vota 13 gente. Se não gosta muda na próxima. Já testamos o bolsonarismo e ele só trás [sic] o apocalipse” — Petra Costa, herdeira da empreiteira Andrade Gutierrez e diretora de cinema, tropeçando no português no X. O post como um todo é uma falha idiomática, matemática, política e, acima de tudo, psiquiátrica.
“A cultura é uma coisa tão valiosa quanto a comida” — Paulo Betti, ator lulista, defendendo os milhões destinados à Lei Rouanet. Acho que isso é fake news… Tentei pagar um quilo de picanha dando umas piruetas do Lago dos Cisnes no mercado, e quase saí de lá algemado.
Masterília Gabriela
“Preciso ser capaz de sentir em mim a dor que é do outro. Mesmo que eu viva na abundância, eu preciso olhar para aqueles que têm menos” — Gabriela Prioli, influenciadora digital, declarando voto em Lula. A empatia da Gabi parece genuína. Ela realmente se coloca no lugar do pobre… só não fica lá por muito tempo: apenas o necessário para gravar uns stories e gerar engajamento.
“A conversa com a Prioli foi excelente. Estamos finalizando o roteiro do post que irá ao ar. O contrato está assinado por 12 meses” — representante do marketing do Banco Master, sobre a contratação da influencer petista Gabriela Prioli para fazer propaganda não declarada do banco que viria à falência. O contrato era de 12 meses, mas a reputação foi liquidada à vista no ato da assinatura.
Os Imorais da Academia Brasileira de Tretas
“Se o Flávio Bolsonaro ganhar, ele vai acabar com o Pix a mando do Trump. Corre lá pra fazer bastante Pix porque, daqui a pouco, acabou” — Lilia Schwarcz, professora da USP e imortal da ABL, espalhando fake news desavergonhadamente para tentar ajudar Lula. Pra conta de quem ela quer que a gente faça esse Pix todo? Porque, vindo de onde vem, tem pinta de golpe novo na praça… Fiquem espertos!
“Meu nome é Gilberto Gil e eu sou contra a escala seis por um” — Gilberto Gil, violeiro e imortal da ABL, em vídeo de apoio a Lula. Convenhamos: ainda não inventaram uma escala de trabalho da qual o Gilberto Gil seja a favor!
“Flavio Bolsonaro não diz coisa com coisa na economia” — Míriam Leitão, blogueira e imortal da ABL. E olha que, em matéria de não dizer coisa com coisa na economia, Míriam Leitão pode falar com autoridade.
“A vida parlamentar dele é muito desértica” — Míriam Leitão, criticando as credenciais de Flávio Bolsonaro. Míriam, cá entre nós: um político com vida parlamentar desértica soa como um oásis no meio do pântano de Brasília.
JanjoNews
“Menos Janja, mais Lula” — Roberta Luchsinger, lobista acusada de ser elo de Lulinha com a gangue do INSS, repercutindo críticas da senadora Kátia Abreu (PT-TO) contra a presença de Janja na campanha de Lula. Por favor, menos dos dois.
“Eu fiquei perplexo ao ver uma criança receber uma arma do pai e ficar levantando” — Lula, sobre cena em que apoiadores de Flávio Bolsonaro comemoram com criança segurando uma arma. Claro que ele ficou perplexo: era só uma criança! Se fosse um membro de facção, ele teria achado perfeitamente normal…
“Estou percebendo que há muitas decisões tendenciosas contra a nossa candidatura” — Lula, sobre decisão do TSE que suspendeu grupo que espalhava fake news contra Flávio Bolsonaro. Decisão claramente inconstitucional: viola a jurisprudência consolidada de que Lula está acima da lei.
“O que não pode é o presidente da Suprema Corte Eleitoral [TSE] ter lado na política” — Lula, reclamando de decisões que coibiram as fake news de sua campanha. Agora só falta ligar pro Flávio Dino direto do palanque para provar sua tese.
“Para crimes hediondos, sou favorável a reduzir a maioridade penal” — Lula, mudando o discurso às vésperas da eleição. Mais dois trackers negativos e Sidônio vai mandar o Lula fazer arminha com a mão.
“Eu fiquei sabendo que não tinha sido aumentado” — Lula, sobre o que motivou sua decisão de aumentar o Bolsa Família a 17 dias da eleição, após quatro anos sem reajustes. Não teria nem como ele saber disso antes: Lula só fala com pobre de quatro em quatro anos.
“Eu vou pegar um da Janja emprestado” — Lula, que alega não possuir um celular, prometendo se inscrever no grupo de WhatsApp do Janones. Alguém avisa a Janja que no Palácio do Planalto não há revista íntima, então ela pode carregar o celular para o Lula na bolsa mesmo.
O Filho 01
“Aqueles que acham que eu sou radical na segurança pública, não viram nada. Eu tô achando que El Salvador é pouco” — Flávio Bolsonaro, sobre seu programa de governo. Para criminosos comuns, nossos políticos querem o rigor de El Salvador; já para o criminoso do colarinho branco, ninguém se anima a importar o paredão da China…
“Escolha entre Lula e Flávio Bolsonaro é simples: civilização ou barbárie” — escreve Angela Alonso, socióloga, em artigo na Folha de S.Paulo. Olhando para a “civilização” que está aí, fico me perguntando se não estamos sendo injustos com a barbárie…
“Flávio gera suspeita ao se propor a redemocratizar o país” — opina Dora Kramer, jornalista, na Folha de S.Paulo. No Brasil, qualquer um que ameace devolver o poder ao povo automaticamente se torna suspeito.
“Eu vou te esfregar a verdade na cara, ao vivo, para milhões de brasileiros” — Flávio Bolsonaro, em mensagem para Lula ao confirmar presença nos debates. Será um evento histórico: pela primeira vez ambos vão se encontrar pessoalmente. Estou falando de Lula e a verdade.
A Nova Desordem Mundial
“Primeiro a gente precisa acabar com a guerra da Rússia, que tá encarecendo o fertilizante; e a guerra do Oriente Médio, que tá encarecendo o petróleo” — Lula, sobre seu plano para conter a inflação. Painho tem razão: consertar a lambança que ele fez na economia brasileira vai dar muito trabalho! É mais fácil levar a paz ao Oriente Médio e convencer o Putin a se render e devolver a Crimeia para a Ucrânia.
“Essa questão do ‘Escudo das Américas’ põe o Brasil em um cerco com base em um argumento falso” — Celso Amorim, parachanceler brasileiro, criticando iniciativa dos EUA para combater facções terroristas na América Latina. Os EUA falam em combater criminosos e terroristas, e o Amorim grita “estamos cercados!”. É, a diplomacia brasileira já viu dias melhores…
noticia por : Gazeta do Povo




