A decisão foi tomada após a bem-sucedida candidatura palestina a membro da Assembleia Geral da ONU no ano passado e ocorre em meio a sinais de que a França poderia reconhecer um Estado palestino.
Em aparente referência à devastadora guerra entre Israel e Hamas em Gaza, a delegada do Líbano, Rana el Khoury, disse que o resultado da votação proporcionou “um pequeno raio de esperança para o corajoso povo palestino, cujo sofrimento atingiu níveis insuportáveis”.
Israel argumentou contra a resolução da OMS e solicitou uma votação. Seu principal aliado, os Estados Unidos, que planeja sair da OMS, não participou.
Embora quase 150 países tenham reconhecido um Estado palestino, a maioria das principais potências ocidentais e outras não o fizeram, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha e Japão.
França e Japão votaram a favor da proposta, enquanto o Reino Unido se absteve.
“É simbólico e um ato, mas um sinal de que fazemos parte de uma comunidade internacional para ajudar nas necessidades de saúde”, disse à Reuters o embaixador palestino nas Nações Unidas em Genebra, Ibrahim Khraishi. “Espero que em breve sejamos membros plenos da OMS e de todos os fóruns da ONU.”
noticia por : UOL



