A General Atomics exibiu na feira o drone YFQ-42A, equivalente ao Fury, ambos projetados para uso potencial no Pacífico, caso a China invada Taiwan.
Na semana passada, a Boeing demonstrou o potencial dos drones que operam em coordenação com pilotos humanos durante um teste inovador com a Força Aérea Real Australiana, anunciou a gigante aeroespacial dos EUA no show aéreo.
No teste, dois dos drones Ghost Bat da Boeing voaram ao lado de uma aeronave de vigilância E-7A Wedgetail, com um operador humano controlando remotamente os sistemas não tripulados para realizar uma missão contra um alvo aéreo, disse a empresa.
“O Ghost Bat tem o potencial de transformar um único jato de combate em uma equipe de combate, com sensores avançados que são como centenas de olhos no céu”, disse o ministro australiano da Indústria de Defesa, Pat Conroy, em um comunicado.
As empresas de defesa europeias também estão promovendo iniciativas de drones wingman, incluindo a sueca Saab e uma parceria trilateral entre Dassault Aviation, Airbus e Indra Sistemas no âmbito do Future Combat Air System. O programa visa integrar drones autônomos a caças tripulados.
A Baykar, da Turquia, exibiu pela primeira vez dois de seus drones na feira – o Akinci, de alta altitude e carga pesada, e o TB3, que tem asas dobráveis e pode decolar ou pousar em porta-aviões de pista curta. Na segunda-feira, a Baykar e o grupo italiano de produtos militares e aeroespaciais Leonardo lançaram formalmente uma joint venture para sistemas não tripulados.
noticia por : UOL



