O território palestino sitiado enfrenta grave escassez de combustível desde o início da guerra, desencadeada pelo ataque do movimento islamista palestino Hamas ao sul de Israel em 7 de outubro de 2023.
No entanto, a atual escassez atingiu “níveis críticos”, alertaram as agências, incluindo a Organização Mundial da Saúde, o Programa Mundial de Alimentos e o Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários.
As agências observaram que, após quase dois anos de conflito, a população de Gaza enfrenta “extremas dificuldades”, incluindo “insegurança alimentar generalizada”.
“Quando o combustível acaba, isso representa um fardo novo e insuportável para uma população à beira da fome”, observaram.
Sem o combustível necessário, a ONU alertou que as agências que respondem ao agravamento da crise humanitária na Faixa de Gaza “provavelmente serão forçadas a interromper completamente suas operações”.
“Isso significa falta de saneamento, água limpa ou capacidade de entrega de ajuda”, afirmaram as instituições, insistindo que implicaria no “colapso dos esforços humanitários”.
noticia por : UOL



