Em seu relatório anual, a entidade cita o assassinato da advogada de direitos humanos Thulani Maseko, não investigado pelo governo, e a perseguição sistemática a jornalistas e críticos do governo. Mlusngisi Makhanya, líder do Pudemo, o principal partido de oposição de Eswastini, foi internado em estado grave, em setembro passado, após uma tentativa de envenenamento em sua casa, em Pretória, na África do Sul, onde vive exilado.
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Fonte: G1


