Defesa do agente da Rota diz que PM agiu em legítima defesa. O sargento relatou que atirou quatro vezes por engano, pois o policial civil estava à paisana e armado. Por outro lado, os policiais civis afirmaram oficialmente que todos estavam com distintivos.
PM teria atirado sem abordardagem prévia
Segundo colegas do policial civil, o PM atirou sem fazer qualquer abordagem. Ele só parou quando ouviu: “é polícia, é polícia”. A família de Moura cobrou explicações, e desde o episódio tentavam acesso às imagens da câmera corporal.
O episódio aconteceu durante busca a suspeitos de latrocínio na região. A equipe do Cerco (Corpo de Repressão Especial ao Crime Organizado), do qual a vítima fazia parte, teriam entrado por um lado da comunidade, e os agentes da Rota, por outro — ambos buscando criminosos.
A SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo) lamentou o ocorrido. O caso é investigado pelo 37º DP Campo Belo. “A Secretaria da Segurança Pública lamenta profundamente a morte do policial civil Rafael Moura da Silva e reafirma seu compromisso com a rigorosa apuração dos fatos”.
noticia por : UOL



