No pior cenário, chamado de “disruptivo” (radical), o preço médio do petróleo neste ano iria a US$ 100 por barril, pressionando fortemente a inflação, que ficaria acima de 4% nos cálculos do governo, e elevaria a arrecadação federal líquida (após as transferências aos estados e municípios) em R$ 96,6 bilhões em 2026.


