Em um dos momentos mais profundos e simbólicos do Evangelho, uma multidão se aglomerava ao redor de uma mulher acusada de adultério. O cenário era de ódio, condenação e violência. Pessoas se acotovelavam movidas pela vontade de punir, julgar e lançar pedras sobre ela. Poucos se importavam com a dor daquela mulher, com sua história e sua fragilidade. Então, Cristo, com sua serenidade divina, pronunciou a frase que atravessou séculos e ecoa até hoje: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado, atire a primeira pedra.”
E os acusadores, um a um, foram deixando suas pedras no chão. Porque, diante da verdade de Cristo, todos perceberam que ninguém é absolutamente puro.
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Essa passagem nos convida a uma profunda autoanálise:
Quantas vezes julgamos alguém, sem conhecer sua dor?
Quantas vezes apontamos defeitos alheios, enquanto ignoramos nossas próprias imperfeições?
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Quantos erros carregamos dentro de nós e, ainda assim, passamos a vida apontando os erros dos outros?
Vivemos em uma sociedade em que muitos se interessam mais pela vida do próximo do que pela própria transformação. É mais fácil falar do outro do que enfrentar as próprias sombras. Mas quantas vezes a pessoa julgada carrega dores que ninguém conhece? Precisamos nos reeducar, aprender a falar menos e compreender mais.
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Essa evolução é para todos nós. Porque todos nós, sem exceção, estamos em um processo de aprendizado neste mundo de provas e expiações. A verdadeira evolução não está em encontrar defeitos nos outros, mas em vencer nossas próprias imperfeições todos os dias e aprender com Jesus a humildade, a compaixão e a caridade.
Pensemos seriamente em nossa transformação… É difícil, mas chegaremos lá.
noticia por : UOL


