O documento afirma que o Ciberlab, estrutura do Ministério da Justiça voltada à análise de ameaças no ambiente digital, identificou de forma recorrente a utilização de servidores e comunidades do Discord para compartilhamento de conteúdos relacionados a crueldade contra animais, automutilação, incitação ao suicídio, exposição de violência gráfica, disseminação de ideologias extremistas, cyberbullying organizado e coerção psicológica.



