Letícia Casado, colunista do UOL, disse que a entrevista ficou “muito tempo falando sobre corrupção”, o que, na avaliação dela, tende a ser ruim para o PT quanto mais o tema se prolonga. Ainda assim, ela relatou que aliados próximos avaliaram que Lula respondeu de forma direta.
Me chamou a atenção porque a entrevista ficou muito tempo falando sobre corrupção, que é um tema muito ruim para o PT. Quanto mais tempo o Lula passa falando sobre isso, é ruim para ele.
Letícia Casado, colunista do UOL
José Roberto de Toledo afirmou que, depois desse início, a entrevista mudou quando os entrevistadores levaram a discussão para a dívida pública. Para ele, Lula aproveitou a brecha para listar indicadores e sair do modo defensivo.
O que me surpreendeu foi o que aconteceu quando os entrevistadores trouxeram à baila a questão da dívida pública. E aí eles abriram uma porta e uma brecha e o Lula escancarou a porta enumerando todos os indicadores econômicos positivos que ele poderia enumerar.
José Roberto de Toledo, colunista do UOL
Leonardo Sakamoto, colunista do UOL, avaliou que Lula adotou uma postura mais combativa logo no começo, sem “dar a outra face”. Ele disse que o presidente foi para o ataque e tentou mostrar que não ficaria “nas cordas”.
O “Lulinha Paz e Amor” ficou em casa. Quem veio foi o “Lula do Velho Testamento”. A impressão é que ele não deu a outra face. Ele foi para cima.
Leonardo Sakamoto, colunista do UOL
noticia por : UOL



