O biógrafo e escritor Ruy Castro, colunista da Folha, venceu seu segundo prêmio Jabuti consecutivo por “Trincheira Tropical”, da Companhia das Letras, sobre os efeitos da Segunda Guerra Mundial na vida dos cariocas e a participação deles no conflito europeu.
O jornalista ganhou na categoria de biografia e reportagem. No ano passado, Castro foi eleito autor do melhor livro do ano por sua coletânea de crônicas sobre Tom Jobim, premiada entre as crônicas.
O imortal da Academia Brasileira de Letras já venceu há 30 anos por sua biografia seminal de Mané Garrincha, “Estrela Solitária”, e foi escolhido melhor romancista literário em 2023 por “Os Perigos do Imperador”, de tintas mais ficcionais.
Concorriam com ele “Quem É Essa Mulher?: Uma Biografia de Zuzu Angel”, de Virginia Siqueira Starling, “A Audácia dos Invertidos”, de Rodrigo Faour, “João Gilberto e a Insurreição Bossa Nova: Outros Lados da História”, de Tárik de Souza, e “Crentes: Pequeno Manual sobre um Grande Fenômeno”, de Guilherme Damasceno, Raphael Khalil e Juliano Spyer, este também colunista do jornal.
Outra colunista, a engenheira especializada em tecnologia Martha Gabriel, venceu o prêmio de economia criativa por “A (R)Evolução das Habilidades para o Futuro do Trabalho na Era da Inteligência Artificial”, publicado pelo Senac. A autora escreve desde o mês passado no C-Level, novo site de negócios e finanças do jornal.



