França investiga ataque cibernético contra câmaras frias de banco de sangue
De acordo com o semanário Le Canard Enchaîné, que revelou o caso na terça-feira (3), o alvo foi a empresa Coolworld, prestadora de serviços especializada em soluções de refrigeração. Segundo a publicação, as câmaras frias, onde amostras de doadores são armazenadas a -30°C, chegaram a ser programadas para atingir 110°C.





