terça-feira, 28, julho , 2026 08:23

Evangélicos argentinos alertam contra hormonização de menores


A Aliança Cristiana de Igrejas Evangélicas da República Argentina (ACIERA) expressou sua profunda preocupação após a decisão judicial que suspendeu a proibição de tratamentos de hormonização em menores de 18 anos. A medida foi tomada pela Sala V da Câmara Nacional de Apelações em lo Contencioso Administrativo Federal.

Contexto da decisão

A decisão que gerou a inquietação da ACIERA refere-se ao Decreto de Necessidade e Urgência (DNU) N.º 62/2025, que estabelecia a proibição de hormonização em crianças e adolescentes. A suspensão desse decreto levanta questões sobre a proteção dos direitos e da saúde dos menores, especialmente em relação a intervenções que podem ter efeitos permanentes.

O que aconteceu

Em um comunicado datado de 27 de julho de 2026, a ACIERA destacou que, embora respeite a independência do Poder Judicial, é fundamental que qualquer decisão que impacte a vida e a integridade física, psíquica e emocional de crianças e adolescentes seja tomada com a máxima responsabilidade. A organização enfatizou que especialistas têm alertado sobre os riscos e consequências muitas vezes irreversíveis de tratamentos hormonais aplicados durante o desenvolvimento infantil e adolescente.

Reações da ACIERA

A ACIERA, em seu comunicado, solicitou que a questão da hormonização de menores seja revisada por meio dos mecanismos processuais apropriados. A organização reafirmou seu compromisso com a defesa da vida e a integridade dos menores, ressaltando que a proteção das crianças deve ser uma prioridade em qualquer política pública.

O que esperar

Com a suspensão da proibição, há uma expectativa de que a discussão sobre a hormonização de menores ganhe novos contornos no cenário argentino. A ACIERA e outras organizações que defendem a proteção dos direitos das crianças devem intensificar suas ações para garantir que a saúde e o bem-estar dos menores sejam sempre priorizados.

Esse caso ressalta a importância de um debate cuidadoso e fundamentado sobre questões que envolvem a saúde e a integridade das crianças e adolescentes, especialmente em tempos em que as intervenções médicas estão se tornando cada vez mais comuns.



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