Uma cruzada evangelística promovida pela Associação Evangelística Billy Graham reuniu cerca de 21 mil pessoas no domingo, 17 de maio, em Uijeongbu. O encontro foi realizado no Estádio Geral da cidade e contou com a presença de famílias, jovens e militares do exército sul-coreano.
O evangelista Will Graham, neto de Billy Graham, conduziu a mensagem principal da noite. Durante a pregação, ele falou sobre arrependimento e reconciliação com Deus.
“Muitos estão caminhando por direções erradas na vida e tentando encontrar satisfação longe do Senhor”, afirmou Will Graham.
Inspirado na parábola do Filho Pródigo, o evangelista falou sobre o vazio causado pelo pecado e afirmou que a esperança pode ser encontrada em Cristo: “O pecado promete muito, mas entrega muito pouco. Existe esperança para quem decide voltar para Deus”, declarou.
Segundo os organizadores, quase 700 pessoas responderam ao apelo evangelístico ao final da mensagem e receberam oração de conselheiros e voluntários ligados às igrejas participantes.
Entre os participantes estava Lee Whibok, de 73 anos. De acordo com a organização, ele seguia o budismo durante toda a vida e ouviu uma pregação cristã pela primeira vez durante o evento, quando decidiu professar a fé cristã.
A cruzada teve apoio de mais de 260 igrejas da região e contou com apresentações musicais ao longo da programação. Participaram o Coral Infantil da Far East Broadcasting Company, a banda sul-coreana Isaiah 6tyone e a cantora australiana TAYA, que durante sua participação, declarou: “Existe apenas um nome capaz de salvar: Jesus”.
O pastor Peter Choi afirmou que líderes cristãos ainda enxergam possibilidade de renovação espiritual no país. “Muitos enxergam a Igreja coreana em declínio, mas este também pode ser um tempo de reacender o fogo do avivamento”, disse.
O evento também destacou a continuidade da atuação da família Graham na Coreia do Sul. Will Graham representa a terceira geração da família a pregar no país, onde igrejas locais enfrentam desafios relacionados à redução de congregações e à diminuição da participação religiosa em parte da população.


